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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Os Três Porquinhos

 


Era uma vez três porquinhos. Eles eram alegres. O mais novo adorava
brincar, o segundo era músico e o mais velho era muito trabalhador.
Um dia, percebendo que o dono da fazenda iria vender seus filhotes,
a dona Porca juntou suas economias, dividiu-as entre os três porquinhos e
os aconselhou a ir morar longe da fazenda.

O porquinho mais novo comprou palha e construiu sua casinha. A palha
era muito barata e ele poderia comprar muitos brinquedos com o que
sobrasse do dinheiro.
O segundo porquinho resolveu construir uma casinha de madeira,
porque era mais rápido de construir e ele logo poderia voltar a
dedicar-se às suas musicas. Desta forma, ele passava os dias tocando e
cantando.
O terceiro porquinho, que era muito esperto e trabalhador, fez sua
casinha de tijolos. Ele gastou todo o seu dinheirinho, mas construiu uma
casa resistente e muito bonita.
Algum tempo depois, um lobo muito malvado se mudou para aquela
região.
Quando ele soube que a li moravam três porquinhos, resolveu
procurá-los.
O lobo já estava cansado de comer frutinhas da floresta. Ele queria
achar as casas dos porquinhos, porque queria comer leitão assado.
Ele procurou e achou a casinha de palha. Bateu na porta:
– Abra esta porta senão derrubo sua casa.
Como o porquinho não abriu, o lobo estufou o peito e soprou. A
casinha foi para os ares.
O porquinho saiu correndo pela floresta e foi se esconder na casinha
de madeira de seu irmão. O lobo foi correndo atras dele.
Chegando na casinha de madeira, o lobo novamente pediu que abrissem
a porta:
– Abra esta porta senão derrubo sua casa.
Como os porquinhos não fizeram isso, ele soprou com força e
derrubou a casinha.
Os porquinhos correram para a casa de tijolos e, quando chegaram,
contaram tudo para o irmão. Como este era muito esperto, trancou todas
as portas e janelas e colocou um caldeirão de água a ferver na lareira.
O lobo chegou até a casinha minutos depois. Bateu na porta e como
ninguém respondeu, ele estufou o peito e soprou. A casinha continuou
como estava. O lobo continuou soprando até cair exausto no chão.
Descansou um pouco e ficou pensando como faria para entrar. Tentou
derrubar a porta, mas esta estava muito bem trancada. Forçou as janelas
e também não conseguiu abrir.
O lobo estava ficando furioso, quando teve uma idéia!
– Vou descer pela chaminé — pensou ele, já sentindo o gostinho da
vitória.
Subiu no telhado e foi descendo pela chaminé.
Quando estava caindo, começou a sentir um calor muito grande até
cair dentro do caldeirão de água fervendo. Ele saiu correndo, todo
queimado pela água quente.
O lobo ficou com tanta vergonha, que se mudou para um lugar muito
distante, e nunca mais se teve notícias dele.
Os três irmãozinhos decidiram morar juntos na mesma casinha de
tijolos. Mais tarde, buscaram sua mãe para viver com eles e foram
felizes para sempre.

A Galinha Ruiva

 


Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintinhos numa fazenda.
Um dia ela percebeu que o milho estava maduro, pronto prá colher e virar um bom alimento.
A galinha ruiva teve a idéia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iam gostar!

Era muito trabalho: ela precisava de bastante milho para o bolo.

Quem podia ajudar a colher a espiga de milho no pé?


Quem podia ajudar a debulhar todo aquele milho?

Quem podia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo?
Foi pensando nisso que a galinha ruiva encontrou seus amigos:
- Quem pode me ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo?

- Eu não, disse o gato. Estou com muito sono.

- Eu não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.

- Eu não, disse o porco. Acabei de almoçar.

- Eu não disse a vaca. Está na hora de brincar lá fora.
Todo mundo disse não.

Então, a galinha ruiva foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno.

Quando o bolo ficou pronto ...
Aquele cheirinho bom de bolo foi fazendo os amigos se chegarem. Todos ficaram com água na boca.
Então a galinha ruiva disse:

- Quem foi que me ajudou a colher o milho, preparar o milho, para fazer o bolo?

Todos ficaram bem quietinhos. ( Ninguém tinha ajudado.)

- Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintinhos, apenas. Vocês podem continuar a descansar olhando.
E assim foi: a galinha e seus pintinhos aproveitaram a festa, e nenhum dos preguiçosos foi convidado.

João e Maria

 


Era uma vez um menino chamado João e sua irmã Maria, que moravam em uma casa perto da floresta.
Um dia, sua mãe pediu que fossem buscar galhos secos para acender o fogo. Não pecisavam trazer muitos, apenas o bastante para acender a lareira.

- Não vão muito longe. Os galhos que temos aqui perto já servem, não vão se perder por aí...

- Pode deixar, mamãe, vamos voltar logo!



E lá se foram os dois procurar gravetos secos por ali, entre várias brincadeiras. Não queriam ir longe, mas estavam tão curiosos com a floresta que resolveram arriscar só um pouquinho.

Maria teve uma idéia genial: foi marcando todo o caminho, para saber por onde voltar: assim não iriam se perder. E bricaram à vontade.

Já estava querendo escurecer quando resolveram voltar. Maria foi logo procurando os pedacinhos de pão que deviam estar marcando o caminho, mas...
Os passarinhos que moravam ali estavam achando ótimo aquele lanchinho, e não deixaram nem um miolinho de pão sobrar. Não havia como achar o caminho de volta para casa. A idéia de marcar o caminho tinha sido ótima, mas não com pedacinhos de pão.

- Agora estamos os dois com fome e perdidos!
Andaram de um lado para outro, mas nada de encontrar o caminho de casa, cada vez mais escuro.
A noite já tinha chegado, quando João teve uma boa idéia:

- Vou subir na árvore mais alta e ver se encontro alguma casa para passarmos a noite.

Maria achou ótimo, pois já estava muito assustada com os ruídos da noite na floresta. E João encontrou alguma coisa:

- Tem uma luz daquele lado! Vamos lá ver!

Os dois correram na direção da luz acesa da casa mais próxima.

Ao chegarem, viram uma velhinha que parecia muito boazinha e sorridente.
- Venham cá! Venham, meus amiguinhos. Aqui vão encontrar muita comida gostosa.

(os dois estavam morrendo de fome)

Então viram a casa de perto:
- Uuuuau!

As paredes eram de chocolate com castanhas, o telhado era de brigadeiro, as portas de biscoito fresquinho, as janelas de gelatina, tudo enfeitado com caramelo, sorvete e balas coloridas. Uhmmm!
- Comam tudo, meus amiguinhos, é para vocês. Depois podem descansar em camas fofinhas e bem quentinhas. Amanhã acharemos a casa de vocês.

E os dois obedeceram contentes, e acabaram dormindo cansados de um dia tão cheio.

Acordaram antes do sol nascer, pensando que estavam na maravilhosa casa de doces.

Mas, que nada:
A casa tinha desaparecido como se fosse mágica. Em seu lugar havia uma horrível casa de bruxa, com morcegos e tudo.

Uma gargalhada terrível vinha da escada, por onde chegou a bruxa malvada com sua coruja:
- Pensaram que iam escapar, não? Vão ficar presos aqui para sempre, e nunca mais vou deixar que voltem para casa. Ha! Ha! Ha!

A bruxa mandou Maria para a cozinha preparar comida para todos: agora ela era a empregada da casa. Tinha que fazer todo o serviço, se não...

Prendeu João numa gaiola e disse:

- Menino: trate de ficar bem gordinho! Quando estiver pronto, vai virar o meu jantar especial. Ha! Ha! Ha!

Maria foi a primeira a reparar que a bruxa malvada não enxergava bem. Tudo ela trazia bem perto dos olhos para ver direito.

Para saber se João estava engordando bem, toda noite chamava o menino e mandava que mostrasse o seu dedinho da mão. Apertava bem, e dizia que ainda estava muito magrinho.

- Maria! Faça mais comida! Ele tem que engordar. Depressa!

João, preso na gaiola já nem sentia fome, de tão triste que estava. Queria voltar a ser livre, correr solto com seus amigos e brinquedos. Lembrava bem como isso era bom.
Maria tentava encontar uma saída para os dois, enquanto fazia o serviço sem nenhum brinquedo. Tinha saudades de tudo em casa mas, como enganar a bruxa e fugir?
Foi na cozinha que teve uma idéia:
Colocou para assar no espeto uma galinha, escondendo um ossinho comprido e bem fininho.

Quando levou a comida para João, disse a ele bem baixinho, para a bruxa não escutar:

- Esconda este ossinho para fingir que é seu dedo bem magrinho e enganar a bruxa. Ela não enxerga quase nada...

- Quietos aí! Quem disse que podem conversar?

Desse dia em diante, João sempre mostrava o ossinho para a bruxa apertar quando ela queria saber se ele já estava bem gordinho.

- Maria! Esse menino está magro como um palito. Faça mais comida!

E Maria fazia muitas coisas para que os dois ficassem bem fortes para poder fugir.

Em toda parte, a menina procurava o lugar onde a bruxa escondia a chave da gaiola, mas não conseguia encontrar.
Tudo agora dependia da força de João para fugirem dali.

Naquela noite, João se esforçou muito, e acabou conseguindo soltar a grade da gaiola. Tinha ficado bem forte, e a bruxa nem sabia disso.

Os dois correram para se esconder na floresta antes que a bruxa acordasse.

Na luz do dia, conseguiram achar o caminho de casa, e nunca mais voltaram naquele lado da floresta.

Essa história ouvi de meu avô João, nas férias. Será que ele viveu todas essas aventuras quando era criança?

Chapeuzinho Vermelho


Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapéus e capas desta cor.

Um dia, sua mãe pediu:

- Querida, sua avó está doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pãezinhos e frutas que estão na cestinha. Você poderia levar à casa dela?
- Claro, mamãe. A casa da vovó é bem pertinho!



- Mas, tome muito cuidado. Não converse com estranhos, não diga para onde vai, nem pare para nada. Vá pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por lá.

- Está bem, mamãe, vou pela estrada do rio, e faço tudo direitinho!

E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vovó, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber.

Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto...
Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu:

- Onde vai, linda menina?
- Vou à casa da vovó, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E você, quem é?

O lobo respondeu:

- Sou um anjo da floresta, e estou aqui para preteger criancinhas como você.

- Ah! Que bom! Minha mãe disse para não conversar com estranhos, e também disse que tem um lobo mau andando por aqui.

- Que nada - respondeu o lobo - pode seguir tranqüila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta.

- Muito obrigada, seu anjo. Assim, mamãe nem precisa saber que errei o caminho, sem querer.

E o lobo respondeu:

- Este será nosso segredo para sempre...

E saiu correndo na frente, rindo e pensando:
(Aquela idiota não sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delícia!)

Chegando à casa da vovó, Chapeuzinho bateu na porta:

- Vovó, sou eu, Chapeuzinho Vermelho!

- Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre.

A menina pensou que a avó estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz tão estranha...
Chegou até a cama e viu que a vovó estava mesmo muito doente. Se não fosse a touquinha da vovó, os óculos da vovó, a colcha e a cama da vovó, ela pensaria que nem era a avó dela.

- Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mamãe preparou. Quero que fique boa logo, vovó, e volte a ter sua voz de sempre.

- Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarçando a voz de trovão).

Chapeuzinho não se conteve de curiosidade, e perguntou:

- Vovó, a senhora está tão diferente: por que esses olhos tão grandes?

- É prá te olhar melhor, minha netinha.

- Mas, vovó, por que esse nariz tão grande?

- É prá te cheirar melhor, minha netinha.

- Mas, vovó, por que essas mãos tão grandes?

- São para te acariciar melhor, minha netinha.

(A essa altura, o lobo já estava achando a brincadeira sem graça, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina não parava de perguntar...)

- Mas, vovó, por que essa boca tão grande?

- Quer mesmo saber? É prá te comer!!!!
- Uai! Socorro! É o lobo!

A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrás dela, pertinho, quase conseguindo pegar.

Por sorte, um grupo de caçadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua atenção.

Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no chão, a um palmo da menina.

Todos já iam comemorar, quando Chapeuzinho falou:

- Acho que o lobo devorou minha avozinha.
- Não se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espécie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver...

Com um enorme facão, o caçador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de lá tirou a vovó inteirinha, vivinha.

- Viva! Vovó!

E todos comemoraram a liberdade conquistada, até mesmo a vovó, que já não se lembrava mais de estar doente, caiu na farra.
"O lobo mau já morreu. Agora tudo tem festa: posso caçar borboletas, posso brincar na floresta."

FIM

terça-feira, 12 de abril de 2011

Branca de Neve

http://downloads.open4group.com/wallpapers/branca-de-neve-e-os-animais-96171.jpg
Era uma vez...

em um reino muito distante, num dia muito frio, uma bela rainha estava sentada perto da janela, bordando um lençol de nenê. Sem querer, ela espetou o dedo na agulha e caíram três gotas de sangue. Então a rainha olhou para fora e fez um pedido:

- Quero ter uma filha de pele branca como a neve que está caindo, cabelos pretos como a madeira desta janela e boca vermelha como o sangue que saiu do meu dedo.



Alguns meses depois, a rainha deu à luz uma menina do jeitinho que tinha pedido. E resolveu chamá-la de Branca de Neve. Dia e noite ela ficava do lado da filha, cuidando dela com muito amor e carinho.

Mas a rainha morreu antes de criar a filha como queria.

O rei chorou durante meses, até que conheceu uma princesa lindíssima e se casou com ela. A princesa só tinha beleza, porque o resto nela era só vaidade, orgulho e malvadeza. O dia todo ficava na frente do espelho, perguntando:

- Espelho, espelho meu, existe no mundo mulher mais bonita do que eu?

E o espelho, que era mágico, dizia:

- Não, rainha, você é a mais linda.

Enquanto a rainha conversava com o espelho, Branca de Neve crescia bonita como ela só, era de uma formosura que não tinha igual no planeta inteiro. Tanto assim que um dia a rainha ouviu do espelho uma resposta que não esperava:

- Sim, existe outra muito mais bonita que você.
- E quem é essa atrevida? - perguntou ela.

- Branca de Neve!

Desde então a rainha que era má, começou ameaçá-la.

Branca de Neve com medo foi se refugiar na floresta, na casa dos sete anões.

Foi muito bem aceita pelos anões, pois ela cozinhava, lavava e passava para os sete anõezinhos. Todos eram felizes naquela casa.

Todos os dias como de costume os anões saíam para trabalhar e deixavam Branca de Neve cuidando da casa.

Enquanto isso a rainha preparava um plano mirabolante, transforma-se na bruxa mais horripilante e má. . .

De repente surpreendentemente aparece na janela uma velhinha pedindo água à Branca de Neve. Ela muito boa recebe a velha e esta em agradecimento oferece à Branca de Neve uma maçã, e pede a ela que dê uma mordida e faça um pedido.

Mal sabia ela que aquela velha era a rainha, sua madrasta,aplicando-lhe o golpe fatal.

Infelizmente Branca de Neve não resistiu e caiu no sono da morte.

O anões chegaram logo após, mas não conseguiram impedir que mordesse a maçã, mas conseguiram finalmente acabar com a bruxa, perseguiram-na até que despencou de um penhasco, morrendo em seguida.

A tristeza toma conta dos anõezinhos

Quando de repente um jovem aproxima-se de Branca de Neve, naquele sono profundo e lhe dá um beijo apaixonado.

Imediatamente Branca de Neve desperta do sono da morte e vai embora com seu príncipe, agradecendo aos anões por tudo que fizeram por ela.

Tarzan


Tarzan, desde bebê, foi criado por uma gorila chamada kala.
Pensando ser um macaco, ele aprendeu a agir e a se defender como
eles.
Um dia ecoou pela selva um barulho terrível: tiros!
Ao verificar o que acontecia, Tarzan viu três criaturas iguais a
ele: o professor Porter e a filha Jane, e o malvado Clayton.
Jane, então, foi atacada por ferozes babuínos.
Ao salvar a moça,
Tarzan tornou-se amigo do grupo e apaixonou-se por Jane.
Ele foi visitá-los no acampamento e aprendeu muitas coisas novas.
No dia seguinte, Kala mostrou a tArzan a casa da árvore onde um dia
ele vivera com seus pais. Tarzan, então, descobriu que não era um
macaco. Agora, ele teria de escolher: viver na selva ou ir embora com
os humanos.
Ele seguiu seu coração e foi junto com Jane. Terk e Tantor ficaram
olhando o navio partir levando o seu amigo Tarzan.
No navio, Tarzan teve uma surpresa desagradável: Clayton havia
aprisionado Jane e o pai dela. E mais: o guia queria mesmo era voltar à
terra firme e capturar macacos!
Na praia, Terk e Tantor ouviram o grito de Tarzan e correram para
ajudá-lo. Libertado, ele tratou de ir atrás de Clayton para salvar os
gorilas. Jane e seu pai também correram para ajudar.
Kerchak, o chefe dos gorilas, foi ferido no combate. Então pediu
que Tarzan ocupasse o seu lugar, tornando-se o novo líder dos macacos.
Tarzan sabia agora onde deveria ficar.
Tarzan ficou mais feliz ainda quando Jane decidiu ficar com ele. O
professor Porter resolveu também não ir embora. Ele ia estudar a vida
dos gorilas. E seguiram todos, humanos e macacos, para a selva, onde
viveram felizes para sempre.

Pinóquio

http://criapub.files.wordpress.com/2010/03/8163pinoquio.jpg
Era uma vez um velho carpinteiro Gepeto. Ele não tinha filhos, desta
forma passava seu tempo construindo bonecos.
Um dia, Gepeto construiu um boneco de madeira muito bonito, e
colocou o nome de Pinóquio. À noite, pediu para as estrelas que seu
boneco virasse um menino de verdade.
Enquanto Gepeto dormia, Pinóquio recebeu a visita da fada Azul. Ela
deu vida ao boneco e prometeu que se ele se comportasse bem, o
transformaria em um menino de verdade.

O Grilo Falante foi nomeado a consciência de Pinóquio. Na manha
seguinte, quando Gepeto acordou, ficou radiante de alegria, e matriculou
Pinóquio em uma escola.
No seu primeiro dia de aula, Pinóquio encontrou pelo caminho João
Honeto e Gedeão. Eles o convenceram a conhecer a Ilha de Prazeres, onde
ninguém trabalhava.
Pinóquio, que gostava de aventuras, esqueceu que deveria consultar
sua consciência. Seguiram a viagem em uma carroça que era puxada por
burrinhos, muito infelizes.
Quando chegaram, Pinóquio saiu correndo, para conhecer a ilha. Era
tudo muito bonito, cheio de doces e brinquedos.
Ele estava brincando, quando percebeu que estavam crescendo orelhas
e rabo de burro em seu corpo. Ficou muito assustado e chamou pelo Grilo
Falante.
O Grilo perguntou a Pinóquio o que estava fazendo na ilha, ele
começou a mentir, e a cada mentira seu nariz crescia. O Grilo não sabia
como ajudar seu amigo.
Os dois descobriram que as crianças que vinham para aquele ligar
eram transformadas em burrinhos. Resolveram pedir ajuda para a Fada
Azul, que tirou todas as crianças da ilha.
Quando voltou para casa, Pinóquio não encontrou Gepeto. Estava
procurando em uma praia, quando encontrou uma garrafa com uma carta
dentro.
A carta dizia que Gepeto estava procurando Pinóquio no mar, quando
foi engolido por uma grande baleia chamada Monstro.
Pinóquio entrou no mar para procurar seu pai. Perguntava a todos os
peixinhos que encontrava, se conheciam a baleia Monstro.
De repente ele foi engolido pela baleia, sem que percebesse o que
estava acontecendo. Dentro da barriga dela, encontrou o barco de Gepeto,
e os dois se abraçaram de alegria.
Logo depois chegou o grilo, e os três juntos tiveram a idéia de
fazer uma fogueira na barriga da baleia. A baleia espirrou forte, por
causa da fumaça, jogando os três para fora.
Chegando em casa, a Fada Azul já esperava por eles. Como recompensa
pela valentia e lealdade de Pinóquio, ela transformou o boneco em um
menino de verdade.

Peter Pan

http://universoliterario.files.wordpress.com/2009/12/peter-pan.jpg
Todas as crianças crescem.
Peter Pan não. Ele mora na Terra do Nunca.
Junto com a fada Sininho foi visitar seus amigos: Wendy, João e Miguel.
Peter levou-os para conhecer a Terra do Nunca. Com a mágica de Sininho,
eles saíram voando.
Avistaram o barco pirata, a aldeia dos índios e a morada dos meninos
perdidos.
O Capitão Gancho viu Peter Pan e seus amigos voando e resolveu
atacá-los.

Peter salvou Wendy antes que ela caísse no chão.
Os meninos perdidos moravam dentro de uma árvore oca.
Wendy contou lindas histórias. Ela gostou dos meninos.
Um dia, o Capitão Gancho raptou a princesa dos índios, mas, Peter Pan
apareceu para libertá-la.
O Capitão Gancho fugiu e o crocodilo Tic-Tac quase o engoliu, mas ele
escapou.
Mas o Capitão Gancho não desistiu. Desta vez, capturou os meninos
perdidos.
Levou-os para o barco pirata. De lá, eles seriam jogados no mar. Mas,
Peter Pan veio salvar seus amigos. Lutou com o Gancho e o derrubou.
De volta ao lar, Wendy pediu que Peter Pan ficasse com eles. Peter Pan
disse não. Ele preferiu a Terra do Nunca. Assim, ele nunca cresceria e
poderia brincar com todas as crianças sempre.

Bambi

http://vilamundo.org.br/wp-content/uploads/2011/03/Bambi.jpg
Chegou a primavera e com ela nasceu Bambi, um terno e frágil cervo
que todos correram para saudar e conhecer.
A floresta ficou animada com este acontecimento muito especial: o
esquilo, a ratinha, o coelhinho Tambor e seus amigos, os passarinhos,
todos foram visitar Bambi e sua mãe.
Surgiu um novo dia e Bambi conseguiu levantar-se e equilibrar-se nas
quatro patas.
Agora iria descobrir as maravilhas do bosque com a ajuda
de seus novos amiguinhos. Havia muita coisa para ver e Bambi, pouco a
pouco, com um professor esperto como Tambor, já estava aprendendo! O
Cervo observava as borboletas de mil cores, os morcegos de cabeça para
baixo, as toupeiras que cavam longas galerias e não gostam do sol, os
coelhos saltitantes e diversos pássaros com seus bicos e penas
multicoloridos. Depois de meses de vida despreocupada e feliz para
Bambi, sempre descobrindo novas coisas para ver e aprender, chegou o
inverno. Uma manhã ele acordou e, olhando a sua volta, foi surpreendido
com a mudança do bosque.
– Nevou — disse sua mamãe.
Ele tentou andar, mas suas patas afundaram naquela coisa branca, tão
fria e agradável. As árvores, os arbustos e a grama ficaram encobertos
rapela neve macia.
Um dia, Bambi acordou com um forte estrondo que pôs toda a floresta
alvoroçada. Ecoavam tiros de espingarda por toda a parte.
– São os caçadores!
Mamãe cerva, correndo desesperada, obrigou Bambi a segui-la. Bambi
correu, correu e enquanto isso pensava em seus amigos e esperava que
nada lhes acontecesse. Já tinha ouvido falar dos caçadores, de como os
homens um dia chegariam e perturbariam a paz da floresta com suas armas,
e de quantas vítimas fariam.
Mamãe cerva, infelizmente, não conseguiu escapar do ataque dos
caçadores e foi atingida, como tantos outros animais. Bambi e seus
amigos sofreram muito. A ele veio juntar-se Falina, uma amiga do cervo,
com quem havia brincado e passado bons momentos no verão. Agora ela iria
cuidar do pequenino com ajuda de Tambor e dos outros. Bambi sabia que
podia confiar neles. Retornou a primavera e Bambi, com grande alegria,
descobriu que algo estava mudando em sua vida. Agora, a presença de
Falina era uma coisa muito especial para ele, diferente daquilo que
sentia pelos outros amigos. Bambi estava descobrindo o amor por Falina.
Falina também estava gostando de Bambi. Por isso aproximava o seu
focinho do dele para acariciá-lo. Na floresta estava nascendo a
felicidade e os dois tornaram-se companheiros inseparáveis. Um dia, uma
parte da floresta incendiou-se! O fogo apareceu de repente e todos
ficaram alertas. Era preciso pensar em como fugir e proteger. As chamas
avançavam pelas árvores, a fumaça estava sufocando os animais e todos
corriam para o rio. A família de Bambi uniu-se às outras para, juntas,
salvarem-se. As chamas aumentavam sempre mais, o calor era insuportável,
mas Bambi, nessa época um cervo adulto, ajudava os animais menores e
mais fracos a fugir. Um a um, ele os auxiliava a atravessar o rio e a
chegar à outra margem. Ele seria o último a atravessar.
Com as chamas quase queimando-o, Bambi colocou os dois últimos
animaizinhos no dorso e entrou no rio. Nadou velozmente até a margem
oposta, onde toda a sua família o aguardava. Finalmente, o perigo o
havia transformado em um adulto.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

atividades sobre a fábula A raposa e a cegonha



1º Quais os personagens desta fabula? 
_______________________________________________________________
2º No texto, que atitude de seres humanos esses animais assumiram?
_________________________________________________________________________________________
3º O que você entendeu  da moral da historia? Explique.
_________________________________________________________________________________________
4º descreva a forma como cada animal servil o jantar:
_________________________________________________________________________________________
5º Você acha que pagar com a mesma atitude o que alguém lhe zes é correto? Por quê?
_________________________________________________________________________________________
6º Como você acha que  teria sido a historia se a cegonha tivesse falado para a raposa que não gostou da atitude dela?
_________________________________________________________________________________________
7º Este texto é:
(    )fictício, pois animais não falam
(    )real, mas só pode ocorrer na floresta
8º Pelo nome do autor, você seria capaz de concluir que ele é:
(     )Brasileiro           (     )Francês          (     )Inglês
9º Você conhece alguma outra fabula? Escreva o seu nome:
_________________________________________________________________________________________
10º Procure no texto e escreva abaixo:
a)dez palavras trissílabas:________________________________________________________
b)dez palavras dissílabas:________________________________________________________
c)três palavras polissílabas:_______________________________________________________
11º Separe as silabas e classifique quanto ao numero de silabas:
a)submeter:________________________________
b)apto:____________________________________
c)trem:______________________________________
d)pneu:______________________________________
e)cegonha:____________________________________

Interpretação a raposa e as uvas

 
1.Assinala o que está correcto.
  A história passa-se
a) no Inverno.
b) na Primavera.
c) no Outono.
2. A raposa não conseguia encontrar nada para comer.
O que tinha acontecido?
__________________________________________________________________________
 
3. Ao olhar as uvas maduras e luzidias, a raposa disse que elas não
prestavam.
Porque razão deu ela essa desculpa?
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________ 
 
4. Copia do texto as frases que dizem que afinal a raposa queria comer as
uvas.
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________ 
 
5. Assinala o provérbio que se pode aplicar a esta fábula.
 
Quem tudo quer tudo perde.
Quem
desdenha
quer
comprar. 
 
6 -Escreve palavras da família de:
 
caça____________________________________________________________________
folha____________________________________________________________________
 
7 -Completa com tu, nós, vós, eles ou ele.
Os caçadores perseguiam a caça._________ perseguíamos a caça.
_________ perseguiam a caça. perseguia a caça _________
_________ perseguias a caça. perseguíeis a caça. _________
 
9 -Escreva a frase no plural.
"Arreliada e despeitada, a raposa foi-se embora."
__________________________________________________________________________
 
10 - Copia do texto:
Dois nomes comuns______________________________________________________Um nome colectivo______________________________________________________Dois adjectivos__________________________________________________________Duas
palavras
antónimas
__________________________________________________
 
11 - Classifica o verbo da seguinte frase:
"A raposa fugiu assustada."
__________________________________________________________________________
 
11.1. Escreve a mesma frase no:
Presente -_______________________________________________________________
Futuro -_________________________________________________________________
Pretérito imperfeito -______________________________________________________
 
II
Escolhe apenas uma das opções:
A. Escreve, um pequeno texto onde imagines uma história entre dois
animais. Dá um título ao texto.
B. Conta uma fábula
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